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Mavericks recebem os Spurs em meio a uma crise de lesões e terão desafio contra Wembanyama

Por Victor Pimentel·24 de out. de 2026·0 comentários

O Dallas Mavericks recebe o San Antonio Spurs neste sábado, 24 de outubro, às 20h (horário de Brasília), no American Airlines Center, em Dallas. O confronto marca a estreia dos Mavericks diante de sua torcida na temporada regular de 2026-27 e acontece em um momento delicado para a equipe, que precisa administrar uma sequência de jogos em dias consecutivos enquanto lida com desfalques importantes.

Dallas chega com uma vitória e uma derrota. Depois de perder para o Houston Rockets por 128 a 110 na estreia, os Mavericks reagiram com uma vitória por 121 a 105 sobre o Indiana Pacers, fora de casa, na sexta-feira. San Antonio, por sua vez, ainda busca seu primeiro triunfo, após perder para o Oklahoma City Thunder por 116 a 104 e para o Houston Rockets por 114 a 110.

O principal problema dos Mavericks está na condição física do elenco. Cooper Flagg está fora após sofrer uma entorse no ombro esquerdo contra Indiana. Santi Aldama, Dereck Lively II, Tarik Biberovic e Caleb Martin também estão indisponíveis. Além deles, Kyrie Irving, Max Christie e Jett Howard aparecem como dúvidas, enquanto Zaccharie Risacher e Morez Johnson Jr. subiram para a condição de prováveis.

A situação exige atenção especial porque Dallas enfrenta uma equipe que conta com Victor Wembanyama, um dos jogadores mais difíceis de conter tanto no garrafão quanto no perímetro. Com tantas ausências, o confronto será um teste importante para a profundidade do elenco e para a capacidade de Dusty May de ajustar a rotação em meio a um calendário exigente.

O QUE ESPERAR DESSE JOGO

A partida apresenta um contraste interessante entre o momento das equipes e as condições de seus elencos. Dallas vem de uma vitória convincente, na qual construiu uma vantagem de 34 pontos no primeiro tempo contra Indiana, mas perdeu Cooper Flagg por lesão e pode ter outros jogadores indisponíveis. San Antonio perdeu seus dois primeiros jogos, embora tenha mostrado capacidade ofensiva para competir até os minutos finais.

Os Mavericks precisam aproveitar o fator casa e tentar estabelecer o ritmo da partida desde o início. Na vitória sobre Indiana, Kyrie Irving marcou 24 pontos, P.J. Washington registrou 20 pontos e 13 rebotes, e Max Christie contribuiu com 16 pontos. Se esses jogadores estiverem disponíveis, Dallas terá opções para manter a produção ofensiva mesmo sem Flagg.

O problema é que o confronto acontece no segundo jogo de um back-to-back. O desgaste é especialmente relevante para Kyrie, que retornou recentemente de uma grave lesão no joelho esquerdo e disputou aproximadamente 25 minutos contra os Pacers antes de cometer sua sexta falta pessoal. O armador está questionável por gerenciamento da condição do joelho, e sua presença dependerá da avaliação da comissão técnica.

San Antonio também jogou na sexta-feira, portanto chega sob condições semelhantes de calendário. A diferença é que os Spurs possuem uma estrutura ofensiva capaz de explorar as ausências no garrafão de Dallas. Wembanyama terminou o confronto contra Houston com 25 pontos e 13 rebotes, enquanto De'Aaron Fox anotou 19 pontos e distribuiu nove assistências.

A expectativa é de que Dallas tente compensar a ausência de Flagg com uma atuação coletiva mais consistente, movimentação de bola e aproveitamento das oportunidades de longa distância. Se Kyrie não jogar, a responsabilidade pela criação será distribuída entre os armadores disponíveis, com Marcus Sasser e Sergio De Larrea podendo receber mais minutos, enquanto Naji Marshall também poderá assumir funções adicionais de organização.

O resultado dependerá muito da capacidade dos Mavericks de evitar um início ruim. Contra Indiana, a equipe conseguiu construir uma vantagem confortável antes do intervalo. Repetir esse desempenho será importante, pois enfrentar Wembanyama em um jogo equilibrado, com uma rotação reduzida, pode tornar a partida muito mais difícil de controlar.

OS PROBLEMAS DAS LESÕES NO BACK-TO-BACK

O calendário coloca os Mavericks diante de um desafio físico importante. Depois da vitória sobre Indiana na sexta-feira, Dallas volta à quadra menos de 24 horas depois, agora para enfrentar San Antonio em seu primeiro jogo da temporada regular diante da torcida no American Airlines Center.

A equipe terá cinco desfalques confirmados: Cooper Flagg, Santi Aldama, Dereck Lively II, Tarik Biberovic e Caleb Martin. A lista ainda pode aumentar, já que Kyrie Irving, Max Christie e Jett Howard seguem como dúvidas.

A situação mais delicada é a de Kyrie. O armador está questionável por gerenciamento do joelho esquerdo, após retornar de uma lesão grave que o afastou por um longo período. O back-to-back exige cautela, especialmente depois de ter disputado aproximadamente 25 minutos contra Indiana. Sua presença mudaria significativamente as possibilidades ofensivas de Dallas.

Max Christie também depende de avaliação por causa de uma contusão na canela direita. Depois de jogar quase 38 minutos contra os Pacers, sua disponibilidade será importante para definir a rotação de alas e a quantidade de arremessadores que Dusty May terá à disposição.

Jett Howard aparece como dúvida por um problema na panturrilha direita. Caso não possa jogar, Dallas terá menos uma alternativa para a rotação de perímetro, aumentando a importância de Marcus Sasser e Naji Marshall.

A atualização mais favorável veio com Zaccharie Risacher e Morez Johnson Jr., que subiram para a condição de prováveis. Os dois têm boas chances de atuar, embora ainda dependam da liberação final. Risacher pode oferecer comprimento físico, defesa e arremesso, enquanto Morez poderá ajudar na disputa de rebotes e aliviar a carga de P.J. Washington e Daniel Gafford diante de Wembanyama.

Situação de Dallas

Fora de combate:

- Cooper Flagg — ombro esquerdo: sofreu uma entorse após uma queda contra Indiana. Não deve atuar contra San Antonio, e sua recuperação será acompanhada pela equipe médica.
- Dereck Lively II — pé direito: segue fora enquanto se recupera de uma cirurgia no pé.

- Santi Aldama — joelho direito: continua em recuperação de uma cirurgia e ainda não estreou na temporada.

- Caleb Martin — polegar direito: está fora por causa de uma lesão no polegar.

- Tarik Biberovic — calcanhar direito: está afastado por um problema no calcanhar, descrito como bursite.

Prováveis:

- Zaccharie Risacher — quadril direito: sua condição melhorou, aumentando as chances de participação. Pode ser importante tanto na defesa quanto na pontuação.
- Morez Johnson Jr. — canela direita: também evoluiu para provável e poderá reforçar a rotação de garrafão, caso seja liberado.

Questionáveis:

- Kyrie Irving — joelho esquerdo: a comissão técnica precisa avaliar sua condição física após o primeiro jogo de um back-to-back.
- Max Christie — canela direita: sua participação depende da evolução da contusão e da avaliação após a carga elevada de minutos contra Indiana.

- Jett Howard — panturrilha direita: segue como dúvida, com risco de não participar da partida.

Situação de San Antonio

Os Spurs também apresentam algumas ausências, mas a lista é menor que a de Dallas.

- Jayden Quaintance — joelho: está fora enquanto se recupera de uma cirurgia.
- Tobias Harris — panturrilha esquerda: está fora, reduzindo as opções de experiência e versatilidade na rotação de alas e alas-pivôs.

Victor Wembanyama é a principal referência da equipe e aparece como peça central para o confronto. De'Aaron Fox e os demais jogadores que participaram das partidas anteriores também serão importantes para tentar aproveitar os problemas físicos dos Mavericks.

As lesões não tornam a vitória impossível para Dallas, mas reduzem significativamente a margem para erros. Caso Kyrie e Christie não estejam disponíveis, Dusty May precisará recorrer a uma rotação mais curta e dar responsabilidades maiores a jogadores que normalmente atuariam menos minutos.

JOGADORES DISPONÍVEIS E O QUE PODEM OFERECER

A disponibilidade definitiva precisa ser confirmada antes da partida. Considerando os jogadores que participaram da vitória sobre Indiana e os cenários possíveis para os atletas questionáveis, estes são os principais nomes que podem determinar o desempenho de Dallas.

P.J. Washington — a principal referência no garrafão. Washington vem de uma atuação de 20 pontos, 13 rebotes e três tocos contra Indiana. Sem Flagg e Lively, sua presença se torna ainda mais importante. Além de contribuir ofensivamente, precisará ajudar na proteção do aro, disputar rebotes e evitar que Wembanyama domine completamente a área pintada. Se Morez estiver disponível, os dois poderão dividir parte das responsabilidades físicas no garrafão. Caso contrário, P.J. poderá precisar atuar por mais tempo como ala-pivô e participar de forma mais frequente das formações com um único pivô.

Daniel Gafford — a primeira linha de resistência contra Wembanyama. Gafford terminou a partida contra Indiana com quatro pontos, três rebotes, cinco assistências e dois tocos em 14 minutos. Seus números ofensivos foram discretos, mas sua mobilidade e capacidade de proteger o aro são fundamentais. Ele terá a difícil missão de contestar os arremessos de Wembanyama sem cometer faltas rapidamente e, no ataque, poderá aproveitar passes em direção à cesta para finalizar perto do aro.

Naji Marshall — energia, defesa e criação secundária. Marshall registrou 15 pontos e seis assistências contra Indiana, além de três roubos de bola. Com a ausência de Flagg, poderá assumir mais responsabilidades na criação, atacando espaços e encontrando companheiros livres. Sua versatilidade defensiva também será importante para alternar entre os alas de San Antonio. O desafio será manter a agressividade sem perder o controle emocional, especialmente após o desentendimento com Aaron Nesmith na partida anterior.

Marcus Sasser — uma oportunidade para comandar o ataque. Sasser marcou seis pontos e distribuiu três assistências contra Indiana, mas poderá receber uma função muito maior se Kyrie estiver fora. Nesse cenário, Dallas precisará dele para iniciar as jogadas, organizar o ataque e criar arremessos para os companheiros. Sua capacidade de acertar bolas de três pode ser decisiva, mas ele também precisará evitar que a pressão defensiva dos Spurs provoque perdas de posse.

Sergio De Larrea — uma alternativa para a armação. Caso Kyrie não jogue e a equipe precise preservar Sasser, De Larrea poderá ganhar minutos adicionais. Sua responsabilidade será ajudar na condução da bola, organizar as posses e evitar que Dallas fique excessivamente dependente de jogadas individuais de Marshall ou Washington. A experiência limitada na NBA torna o confronto difícil, mas a oportunidade poderá ser importante para seu desenvolvimento.

Zaccharie Risacher — provável e importante para a rotação. Risacher chega com boas chances de atuar e pode oferecer uma combinação de defesa, mobilidade e pontuação. Seus três tocos contra Indiana mostraram como seu comprimento físico pode ajudar perto da cesta, embora defender Wembanyama diretamente seja uma tarefa muito diferente. O ideal será utilizá-lo para contestar arremessos, ajudar nas rotações defensivas e explorar espaços ofensivos. Sua presença também será importante se Christie não puder jogar.

Morez Johnson Jr. — provável para um teste importante. O jovem ala-pivô também subiu para provável e poderá ser uma peça importante na rotação. Sua força física e energia podem ajudar na disputa de rebotes e na proteção do garrafão. O confronto com Wembanyama será um teste exigente, sobretudo para avaliar seu posicionamento defensivo e sua capacidade de contestar arremessos sem cometer faltas.

Max Christie — a dúvida que afeta o perímetro. Caso seja liberado, Christie será uma das principais opções para pontuar e defender alas adversários. Ele marcou 16 pontos contra Indiana, com sete cestas em 14 tentativas de quadra. Se ficar fora, Dallas perderá um jogador importante tanto na criação secundária quanto no arremesso, e precisará redistribuir seus minutos entre Sasser, Marshall, Risacher e os demais atletas disponíveis.

Tobi Lawal — energia e mobilidade. Se os desfalques limitarem as opções de Dusty May, Lawal poderá receber oportunidades adicionais, dependendo de sua disponibilidade e das decisões da comissão técnica. Sua mobilidade e agressividade para atacar o aro podem ajudar Dallas a produzir pontos em transição e disputar rebotes. O desafio será transformar essa energia em contribuições consistentes diante de uma defesa que conta com Wembanyama.

Moussa Cissé — proteção de aro em uma rotação reduzida. Cissé é uma alternativa para ampliar a presença física no garrafão, especialmente com Lively fora e Morez ainda dependente de liberação final. Sua função seria proteger a cesta, disputar rebotes e contestar finalizações próximas ao aro. Entretanto, a experiência limitada e a qualidade ofensiva de Wembanyama tornam o confronto um teste particularmente difícil.

Se os desfalques se acumularem, os jogadores two-way poderão receber oportunidades dentro da rotação. Cissé é a alternativa mais natural para atuar como protetor de aro, enquanto Lawal pode ajudar com energia e mobilidade. Nenhum dos dois, porém, deve ser tratado como uma solução simples para o problema de enfrentar Wembanyama. A equipe precisará manter posicionamento, comunicação e ajuda defensiva.

O cenário ideal para Dallas é contar com Gafford e P.J. em boas condições, além de conseguir utilizar Risacher e Morez. Quanto mais curta for a rotação, maior será a responsabilidade dos reservas e dos jogadores com contratos two-way.

DESAFIO PARA OS DEFENSORES E ATACANTES CONTRA VICTOR WEMBANYAMA

O principal confronto individual da noite será entre Wembanyama e os jogadores responsáveis por defender o garrafão de Dallas. O pivô dos Spurs terminou a temporada anterior com médias de aproximadamente 25 pontos, 11,5 rebotes e mais de três tocos por partida. Contra Houston, voltou a demonstrar sua capacidade de produzir em alto nível, com 25 pontos e 13 rebotes.

Para os Mavericks, o desafio não será apenas impedir enterradas ou finalizações próximas da cesta. Wembanyama consegue pontuar em situações de poste, arremessar de média e longa distância e finalizar sobre defensores que normalmente teriam vantagem física contra outros pivôs.

Kyrie Irving e a experiência contra Wembanyama

Se Kyrie estiver disponível, sua experiência será importante para encontrar maneiras de atacar a defesa dos Spurs. Em confrontos anteriores, a melhor abordagem para armadores habilidosos diante de Wembanyama é variar o ritmo, usar mudanças de direção e explorar os espaços antes que o francês consiga estabelecer posição perto do aro.

Kyrie tem recursos para criar arremessos em drible e finalizar de diferentes ângulos, mas precisará evitar infiltrações previsíveis que terminem em contestações ou tocos. O armador também pode explorar bloqueios para obrigar Wembanyama a defender mais longe da cesta, embora isso dependa do esquema defensivo de San Antonio.

O histórico de confrontos entre os dois serve como referência para entender a dificuldade do duelo. Na temporada anterior, os Spurs venceram os quatro encontros contra Dallas, e Wembanyama teve uma atuação de destaque no primeiro confronto, com 40 pontos, 15 rebotes e três tocos. O contexto atual, entretanto, é diferente: a condição física de Kyrie, a ausência de Flagg e as mudanças na rotação tornam impossível presumir que o armador conseguirá repetir qualquer atuação anterior.

P.J. Washington e Daniel Gafford: experiência contra o tamanho

Os dois jogadores possuem experiência suficiente para compreender que enfrentar Wembanyama exige disciplina. Gafford precisará contestar as finalizações sem saltar desnecessariamente, enquanto P.J. terá de ajudar na cobertura, disputar rebotes e punir o adversário quando ele estiver longe da cesta.

Uma estratégia possível é alternar a marcação direta com ajudas defensivas bem coordenadas. Dallas não deve permitir que Wembanyama receba a bola repetidamente em posições confortáveis, mas também precisa evitar que a ajuda abra espaços para Fox e os arremessadores dos Spurs. Se a equipe enviar dois defensores sem planejamento, San Antonio poderá transformar a vantagem física do francês em oportunidades para os companheiros.

Gafford terá uma função especialmente importante na proteção do aro, mas não poderá assumir sozinho toda a responsabilidade. P.J. precisará ajudar a fechar os espaços e garantir que a equipe não conceda segundas chances em excesso.

Morez Johnson: um teste de alto nível

Caso esteja disponível, o jovem ala-pivô terá pela frente um dos desafios mais exigentes de sua carreira. Sua força e energia podem ajudá-lo a disputar espaço, mas a defesa contra Wembanyama exigirá mais do que contato físico.

Morez precisará manter os braços ativos, proteger o espaço sem cometer faltas e reconhecer quando é necessário recuar para evitar ser superado por fintas. O objetivo não deve ser neutralizar completamente o francês, algo improvável para qualquer defensor individual, mas dificultar suas decisões e obrigá-lo a trabalhar mais para conseguir cada arremesso.

A presença de Morez também ajudaria a distribuir a carga física, permitindo que P.J. e Gafford não precisem sustentar sozinhos toda a defesa do garrafão durante a partida.

Zaccharie Risacher: comprimento e mobilidade

Se estiver liberado, Risacher pode ajudar em determinadas posses, sobretudo quando Wembanyama estiver atuando longe da cesta. Sua mobilidade permite contestar arremessos e trocar marcações em situações específicas.

No entanto, não seria razoável esperar que ele sustentasse a defesa do garrafão por longos períodos contra um jogador com o tamanho e o alcance de Wembanyama. Sua melhor contribuição poderá vir das ajudas defensivas, da contestação de arremessos e da capacidade de recuperar a posição após as rotações.

Risacher também precisará contribuir ofensivamente. Se conseguir acertar arremessos de fora e atacar espaços livres, poderá obrigar os Spurs a respeitar sua presença e dificultar o trabalho defensivo de Wembanyama.

Tobi Lawal e Moussa Cissé: alternativas de emergência

Caso os desfalques de Dallas obriguem a equipe a ampliar a participação dos jogadores two-way, ambos poderão receber minutos importantes. Cissé é a alternativa mais natural para atuar como protetor de aro, enquanto Lawal pode ajudar com energia e mobilidade.

O desafio será enorme, especialmente se tiverem de enfrentar Wembanyama sem o apoio de uma rotação defensiva experiente. A prioridade será manter a organização coletiva, evitar faltas desnecessárias e impedir que o francês receba a bola repetidamente em condições favoráveis.

No ataque, Dallas também precisará encontrar formas de reduzir o impacto do francês. P.J. pode tentar afastá-lo da cesta com arremessos de média distância e bolas de três, enquanto Gafford pode buscar cortes rápidos e finalizações em movimento. Morez poderá contribuir com rebotes ofensivos e presença física, enquanto os alas precisarão aproveitar os espaços criados pela movimentação da bola.

O importante será não transformar todas as posses em tentativas previsíveis de finalizar diretamente sobre Wembanyama. Dallas precisará movimentar a defesa, atacar os espaços livres e escolher melhor os momentos para buscar o garrafão.

QUAIS SÃO AS CHANCES DE DALLAS?

A vitória sobre Indiana mostrou que os Mavericks conseguem produzir ofensivamente e construir vantagens expressivas quando encontram ritmo. Entretanto, o confronto contra San Antonio será um teste muito diferente, principalmente pela presença de Wembanyama e pela possibilidade de Dallas entrar em quadra sem Flagg e outros jogadores importantes.

O cenário mais favorável aos Mavericks depende da disponibilidade de Kyrie Irving e Max Christie. Se os dois estiverem aptos, Dallas terá mais recursos para criar arremessos, organizar o ataque e pressionar a defesa dos Spurs no perímetro. P.J. Washington

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